TACOS AL PASTOR – MÉXICO

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Um dos pratos mais consumidos no México são os tacos e destaco um dos mais famosos o taco al pastor, muito popular na Cidade do México e você o encontrará tanto em restaurantes sofisticados como em botecos no meio da rua.

Tradicionalmente a carne para confecção dos tacos é espetada em um espeto na posição vertical onde é assada.

tacos al pasto espeto

Os ingredientes são basicamente: lombo de porco, pimenta, alho, cebola e abacaxi servidos em uma tortilla de milho e cada restaurante/boteco faz seu molho e tem seus segredos na preparação da carne.

Más de todas as formas é uma delícia, colocando um limão por cima da carne na hora de servir então fica nota 10!!!

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VESTIMENTAS HOMENS JUDAICOS – ISRAEL

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Algumas destas vestimentas estão associadas à oração, outras para ocasiões especiais e outras ainda são vestidas normalmente durante o dia .

Talit e Tsitsít

Durante as orações matutinas, os homens põem uma espécie de xale denominado Talit, com franjas pendentes em seus quatro cantos. A Torá exige que todas as vestimentas de quatro cantos tenham estas franjas, ou Tsitsít,

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Tefilín

Os itens principais da oração são os filactérios, denominados Tefilín, que consistem em um par de caixas pretas de couro com tiras de couro amarradas suavemente, uma sobre o braço e a outra sobre a cabeça. Estas caixas contêm pequenos pergaminhos em seu interior, onde está escrito o Shemá (“Escuta, ó Israel, o Eterno é nosso Deus, o Eterno é Um!”) e outros versículos bíblicos.

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Kipá

Cobrir a cabeça é um sinal de respeito no oriente. Usar chapéu num restaurante, biblioteca ou reunião de diretoria é sinal de falta de boas maneiras. Não usar é sinal de pouca fé. Os judeus têm o costume de cobrir a cabeça há pelos menos 2 mil anos, especialmente durante o estudo e a oração; e as mulheres judias casadas, desde os tempos bíblicos.

O Talmud registra que um homem não deve andar mais de sete passos (“quatro amót”) com a cabeça descoberta. Um rabino observou que usar a Kipá, ou solidéu, não torna um homem religioso, mas não usar uma coloca sua religiosidade em dúvida. Hoje em dia é raro que alguém reze com a cabeça descoberta.

Não há forma haláchica prescrita para cobrir a cabeça. O estilo atual de Kipá é uma questão de gosto, e também de identidade.

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Há muitos que usam o chapéu para cobrir a cabeça com cachos laterais (peiot) cultivados por alguns judeus ortodoxos e são um símbolo de guarda dos Mandamentos e de identidade, indicando o grupo do judaísmo a qual pertencem. Quem tem o cabelo mais liso, às vezes, usa cera ou sabão para dar o shape.

No Velho Testamento, há trechos que proíbem os homens de cortar os pelos laterais do rosto. Por isso, grupos específicos de ortodoxos que interpretam o texto mais ao pé da letra cultivam os pelos laterais intactos.

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Sha’atnez

Existe uma injunção bíblica contra a mistura de linho e lã na fabricação e uso de roupas. Essencialmente, Sha’atnez é uma das leis para as quais não é fornecido o motivo. Muitos mestres brilhantes tentaram, durante os últimos 35 séculos, entender o sentido da mesma. Por exemplo, Maimônides cita o empenho bíblico em desenraizar o costume que os sacerdotes idólatras tinham de misturar estes dois materiais como símbolo de poder sobre os reinos vegetal e animal. Outros sustentam que é parte das proibições bíblicas contra misturar coisas – como arar com uma vaca e um jumento juntos, comer carne com leite. O judaísmo esforça-se resolutamente para manter a integridade dos animais, vegetais e outros materiais.

TABULE DE KASHE – ISRAEL

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A culinária Judaica é muito rica e variada, vale a pena provar, e um prato bem comum é o Tabule de Kashe.

Ingredientes:

250 gramas de kashe,

1 ovo,

4 tomates (picados sem a pele e as sementes), 1

molho de cebolinha verde (bem picadinha),

1 molho de hortelã (bem picadinha), suco de 1 limão,

2 pepinos (picados),

sal e pimenta a gosto

Modo de fazer:

Misture a kashe crua com um ovo batido. Refogue no óleo quente e adicione 1 ½ copos (de 250 ml) de água fervente, sal e pimenta. Se for necessário, adicione mais água. Quando a kashe estiver cozida, desligue o fogo e deixe a panela esfriar. Tire a kashe da panela, com a ajuda de um garfo, para ficar bem soltinha, e junte os demais ingredientes. O tabule está pronto para servir.

BISTRÔ MASADA – ISRAEL

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Em minha viagem a Tel Aviv fiquei no Maxim Hotel, localizado bem no litoral de Tel Aviv próximo ao hotel há vários bons restaurantes e recomendo o Bistro Masada localizado na HaYarkon St 83, Tel Aviv-Yafo, no geral a comida em Israel é muito saborosa apesar de um pouco apimentada para meu paladar.

Excelente localização, lugar sem muita frescura, vista para praia, excelente atendimento e ótima comida.

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http://bistromasada.rest.co.il/

De todos os pratos que experimentei sugiro experimentarem o Shakshuka, prato típico Israelense. No próximo post vou passar a receita deste prato típico até em outros países como Argélia.

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KOSHER – ALIMENTAÇÃO JUDAICA

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Alguém já ouviu falaram em Kosher? A palavra de origem iídiche (língua indo-europeia que foi adotada pelos judeus) kosher significa literalmente “permitido” ou “apropriado”, sendo utilizada dentro do kashrut, um conjunto de deveres alimentares estabelecidos pela lei judaica (halachá).

A alimentação Kosher, também conhecida como Kasher, é a alimentação que segue as regras descritas no Torá – o livro sagrado dos judeus – e que é adotada pela comunidade judaica ainda hoje. A palavra, traduzida para o português, significa “adequado” ou “bom”, ou seja, tudo aquilo que é adequado para o consumo por judeus. As regras foram criadas em busca de uma alimentação mais pura e que nutra o corpo e a alma. Carnes, derivados de leite e vegetais estão incluídos nessa dieta mas, para ser considerado Kosher, o alimento precisa respeitar uma série de regras rígidas durante a produção e o preparo, além de ser fiscalizado por um órgão especializado.

A carne não pode ser misturada em nenhum momento com leite e derivados, nem durante o armazenamento. Para ser permitida nessa dieta, a carne deve ser oriunda de um animal ruminante, por isso, coelhos e porcos não estão incluídos. Aves como frango, peru, ganso e pato também são aceitas, mas as de rapina – ou seja, que se alimentam de outros animais – não são permitidas. Já os peixes, são permitidos apenas os que possuem escamas e barbatanas, enquanto crustáceos e moluscos são vetados desse tipo de alimentação. Além disso, o animal não pode sofrer ao morrer e o seu sangue não pode ser consumido, então é necessário lavar bem a carne antes de prepará-la.

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Já para o consumo de leite, é preciso que um rabino acompanhe o processo da ordenha para conferir a procedência do animal e garantir que não haja contaminação do produto. Na fabricação dos derivados é necessário fiscalizar se não existe contaminação e nem uso de utensílios que também foram usados na produção da carne. Os alimentos que têm o consumo sem restrições são chamados de parve e são todos aqueles que crescem na terra, como frutas, vegetais e cereais. Os ovos também são considerados parve e podem ser consumidos com carnes e laticínios, mas é preciso garantir que não haja sangue na casca, ou o ovo deve ser descartado. A única restrição é para os derivados de uvas – como o vinho – que precisa ter sua produção acompanhada por um rabino para ser permitido.

Todo o alimento para poder ser consumido pelos seguidores da Torá precisa ser kosher.
Para isto, surgiram as certificadoras kosher como o BDK do Brasil, que desempenham a tarefa de avaliação e certificação das indústrias alimentícias. Verificam os insumos e suas procedências, o processo de fabricação, assim como a eventual influência de outros produtos e linhas de produção dentro da fábrica.

Você consegue identificar se um produtos está certificado dentro dos preceitos Kosher se na sua embalagem tiver os símbolos ‘U’ ou o ‘OU’ (Orthodox Union). Entretanto, há variações que permitem descobrir a categoria o alimento, especificada pela letra na parte direita do símbolo:

U: não contém carne ou leite, um produto “neutro”

U-D: produto lácteo
U-M (OU-Glatt): contém carne
U-F: contém ingredientes de peixe

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A comunidade judaica vem crescendo bastante e grandes redes alimentares que já observaram esta tendência e já tem restaurantes adequadas para o público judaico.

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IDIOMA HEBRAICO – FRASES ÚTEIS

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Saudações

  Olá/Adeus: Shalom (שלום)

Como você está? (para um homem): Ma Shlomkha (מה שלומך)

Como você está? (para uma mulher): Ma Shlomekh (מה שלומך)

Até mais tarde: L’hitraot (להתראות)

Boa sorte: B’hatslacha (בהצלחה)

Obrigado: Todah (תודה)

Palavras básicas

Há: Yeish (יש)

Não há: Ein (אין)

Sim: Ken (כן)

Não: Lo (לא)

Frases e palavras de uso cotidiano

Eu gostaria: Ani rotzeh (אני רוצה)

Aquilo: Asher (אשר)

Isso: Zeh/Zot (זה/זאת)

Foi: Hayah (היה)

Interrogativas

O que: Ma (מה)

Onde: Eifoh (איפה)

Quem: Mi (מי)

Por quê: Lamah (למה)

Pronomes

Eu: Ani (אני)

Você (para homem): Atah (אתה)

Você (para mulher): At (את)

Eles/Elas (pronome objeto): Atem/Aten (אתם/אתן)

Eles/Elas (pronome pessoal): Heim/Hein (הם/הן)

Ele: Hu (הוא)

Ela: Hi (היא)

Pessoas

Menino: Yeled (ילד)

Crianças: Yeladim (ילדים)

Menina: Yaldah (ילדה)

Homen: Ish (איש)

Homens: Anashim (אנשים)

Mulher: Isha (אישה)

Mulheres: Nashim (נשים)

Números

1: Echad/Achat (אחד/אחת)

2: Shnayim/Shtayim (שנים/שתיים)

3: Shlosha/Shalosh (שלושה/שלוש)

4: Arba’ah/Arba (ארבעה/ארבע)

5: Chamisha/Chamesh (חמישה/חמש)

6: Shisha/Shesh (שישה/שש)

7: Shivaa/Sheva (שבעה/שבע)

8: Shmoneh/Shmona (שמונה)

9: Tisha/Teisha (תשעה/תשע)

10: Asara/Eser (עשרה/עשר)

20: Esrim (עשרים)

30: Shloshim (שלושים)

Posição

  Esquerda: Smol (שמול)

Direita: Yamin (ימין)

Acima: Al (על)

Abaixo: Tachat (תחת)

Entre: Bein (בין)

Ali/Acolá: Sham (שם)

 

HISTÓRIA DO IDIOMA HEBRAICO

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O Hebraico escrito em caracteres específicos, “ivrit, ou também chamada de לשון הקודש Lĕshôn Ha-Qôdesh é a Língua Sagrada, devido ao fato de ser a língua em que foi escrita a Torá, é uma língua que pertence ao ramo das línguas semíticas, ao qual pertencem o árabe , o aramaico e o síriaco, sendo que os estudiosos creem que sejam todas originadas de um mesmo idioma-raiz conhecido como paleo-semítico, que teria existido cerca de quatro mil anos atrás. O hebraico seria uma ramificação desta raiz, desenvolvido entre o povo hebreu, e cuja história pode ser dividida em dois estágios principais:

Ivrit ou Hebraico Antigo, língua falada pelo antigo povo de Israel desde a época dos patriarcas, tendo uma forte influência canaanita-egípcia. Sua escrita era efetuada no antigo alfabeto hebraico, ainda utilizado atualmente pelos samaritanos. Esta língua perduraria até o Cativeiro em Babilônia.

Ashuri, língua adotada pelos judeus após o retorno de Babilônia, derivada do aramaico, possuindo um alfabeto quadrado. Com a adoção da língua aramaica também o antigo hebraico passou a ser escrito com este alfabeto (o mesmo que se utiliza desde então, até nossos dias no hebraico moderno). A adoção da escrita hebraica com caracteres aramaicos é atribuída a Ezra, o escriba. Esta língua continuará sofrendo influências de outros idiomas através da história judaica, e serve de base para o que conhecemos como o Hebraico Moderno.

Israel é o único país onde se fala o Hebraico.

HISTÓRIA DO IDIOMA ALEMÃO

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Como consequência dos padrões de colonização e migrações dos povos bárbaros e das formas de comércio e de comunicação restrita em virtude do isolamento físico desenvolveram-se dialetos regionais muito distintos.

Esses dialetos, muitas vezes mutuamente incompreensíveis, foram utilizados por todo o Sacro Império Romano – Germânico. Neste momento a Alemanha estava dividida em muitos estados distintos, não havia uma força unificadora ou uma padronização alemã até que Martinho Lutero traduziu a Bíblia. E a difusão da língua estandardizada foi difundida.

O dialeto alemão na qual Martinho Lutero traduziu a Bíblia hoje em dia é considerada o modelo sobre o qual foi construído o alemão padrão clássico ou Hochdeutsh. Hoch, “alto” e Deutsch significa “alemão clássico”, e não alto-alemão. Quase todo material utilizado pelas empresas de comunicação e quase todo material impresso é produzido principalmente nessa variedade ou dialeto oficial alemão. O alemão clássico é compreendido por todo o país, mas todas as regiões possuem seus distintos dialetos.

O primeiro dicionário dos Irmãos Grimm, ou Gebrüder Grimm, do qual dezesseis partes foram lançadas entre 1852 e 1960, permanece como o guia mais compreensivo das palavras do idioma alemão. Em 1860, regras gramaticais e ortográficas apareceram pela primeira vez no Duden Handbuch. Em 1901, o Duden foi declarado o padrão definitivo do idioma alemão, em relação a esses assuntos linguísticos. Somente em 1998, algumas dessas regras foram oficialmente revisadas.

O idioma almeão é falado na Alemanha, Áustria, Suíça, Liechtenstein, Luxemburgo e nas regiões de Alsácia-Lorena e Alto Adige (Itália).

Em seu alfabeto, a língua alemã conta com 26 letras padronizadas.

HISTÓRIA DO IDIOMA ÁRABE

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A língua árabe é empregada em diferentes dialetos do Marrocos ao Iraque. Entre os muçulmanos é considerada uma língua sagrada, já que foi por seu intermédio que o Alcorão foi revelado. A partir de 622 d.C., ano da Hégira (quando Maomé fugiu de Meca e se refugiou em Medina, marcando o início do calendário muçulmano). Na atualidade, cerca de 150 milhões de pessoas consideram-na seu idioma materno.

Países de língua Árabe:

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O árabe coloquial é uma língua normativa, utilizada nas conversas e nos meios de comunicação. O sistema fonético conta com 28 consoantes e três vogais com um som longo e outro breve.

O árabe pertence à família das línguas afro-asiáticas que pertence à família das línguas semíticas. Além do árabe padrão e uma variedade de dialetos árabes (por exemplo, o árabe da Arábia, do Iraque, Marrocos e Egito), o hebráico (Ivrit), aramaico e várias línguas da Etiópia também pertencem a este grupo.

A língua árabe é falada principalmente no norte da África e da Península Arábica. O árabe egípcio é o dialeto mais falado da língua árabe.

A escrita árabe, que procede da aramaica, é realizada da direita para a esquerda e os livros são lidos de trás para frente. É baseada em 18 figuras distintas que variam segundo a letra. As 28 consoantes são formadas graças a uma combinação de pontos acima e abaixo dessas figuras.

Nos próximos post vou falar mais sobre a escrita e o idioma Árabe.